Estou aqui para garantir que fique no caminho certo para alcançar os seus objetivos de saúde em todas as fases da sua vida. Veja abaixo as minhas especialidades e não hesite em entrar em contato caso tenha alguma dúvida.
Os ciclos menstruais variam do normal de algumas formas previsíveis: irregularidade, menstruações excessivamente abundantes ou excessivamente escassas, ou ciclos acompanhados de dores ou sintomas de síndrome pré-menstrual.
Se sofre com menstruações intensas, escassas e/ou irregulares, não está a ovular ou tem dores cíclicas nos seios, acne ou dores de cabeça, abordarei os principais desequilíbrios que conduzem a estes sintomas e dar-lhe-ei ferramentas de apoio, nutrientes e recomendações dietéticas e estilo de vida, que pode utilizar para aliviar os sintomas e melhorar as causas adjacentes.
A síndrome dos ovário poliquístico (SOP) é uma das doenças endócrinas mais comuns nas mulheres em idade reprodutiva, tratando-se de um transtorno cardio-metabólico e reprodutivo complexo, com um amplo espectro de manifestações clínicas e comorbilidades associadas. A maioria dos estudos mostram um aumento dos riscos cardiovascular e metabólico, independentemente da presença de excesso de peso ou obesidade.
Apesar de ser uma doença associada exclusivamente à etapa fértil da mulher, os riscos associados na saúde se estendem no período peri e pós menopáusico, aumentando o risco de dislipidemia, hipertensão arterial, diabetes, doenças cardiovasculares, síndrome metabólico, apneia do sono, entre outros.
As boas notícias? Existem abordagens nutricionais altamente eficazes e baseadas em evidências para gerir a disfunção reprodutiva e metabólica do SOP.
O melhor tratamento centra-se na raiz do problema com uma abordagem completa (nutrição & estilo de vida) para:
Dê três a doze meses para melhorar a sua saúde e o regresso à regularidade do ciclo menstrual, ovulação, fertilidade, melhoria do seu peso, alopecia androgénica e acne (derivado ao hiperandrogenismo).
A endometriose é uma doença sistémica e não uma doença que afeta predominantemente a pélvis.
Afeta 1 em cada 10 mulheres - cerca de 176 milhões mulheres no planeta e pode começar na adolescência ou na casa dos vinte anos, mas poderá aparecer mais tarde. Apesar da sua prevalência, são necessários, em média, cerca de 8 a 10 anos para que a maioria das mulheres receba um diagnóstico.
Esta doença envolve muito mais do que o sistema endócrino e trata-se de uma doença inflamatória crónica com alterações complexas da função imunitária.
A sua etiologia é multifatorial, envolvendo diferentes fatores genéticos, hormonais, imunológicos, ambientais e relacionados com o estilo de vida.
As evidências mostram-nos que há alguns fatores intrauterinos que aumentam o risco de sofrer de endometriose, como a exposição a toxinas ambientais que as mães tiveram mesmo antes de estarem grávidas, ou durante a própria gravidez. Está também associada a uma vasta gama de fatores desencadeantes que podem ter ocorrido em qualquer altura da vida, incluindo alterações do microbioma, fatores nutricionais específicos e exposição a toxinas ambientais.
Muitas mulheres com endometriose têm síndrome do intestino irritável (SII), inchaço e problemas digestivos, que se devem a uma combinação de factores, incluindo aderências intestinais, permeabilidade intestinal, disbiose e stresse, um fenómeno chamado "endo belly".
Cuidar do seu intestino é imprescindível para ajudar a reduzir os sintomas e a otimizar a fertilidade, ao reduzir a inflamação no seu organismo e os níveis de estrogénio.
As intervenções no estilo de vida são igualmente importantes, principalmente para diminuir a dor que se produz na endometriose, especialmente a dismenorreia (dor pélvica associada à menstruação). Isto permite às mulheres reduzir o consumo de analgésicos e os efeitos secundários associados, melhorando a sua qualidade de vida e autonomia na gestão da sua doença. Existem inúmeras intervenções não farmacológicas baseadas na evidência, que as mulheres podem praticar de forma autónoma para melhorar a sua qualidade de vida.
As infeções do trato urinário (ITUs) são uma das infeções bacterianas mais comuns nos adultos e afetam consideravelmente mais as mulheres. Os fatores de risco são a perimenopausa (pela alteração hormonal e da microbiota), endometriose (por possíveis aderências no trato urinário), disbiose intestinal e problemas digestivos (incontinência anal, problemas no pavimento pélvico, entre outros).
Apesar de aceitarmos que as infeções vaginais "simplesmente acontecem" e que a única solução é mais uma toma de um medicamento, há muito que se pode fazer para prevenir infecções comuns, reverter as ligeiras de forma natural e cortar a recorrência pela raiz.
Há pilares fundamentais de nutrição e estilo de vida para evitar as recidivas das infeções urinárias e ginecológicas.
Os fatores nutricionais e estilo de vida desempenham um papel fundamental, tanto para as mulheres como para os homens, nos 4 meses que antecedem a conceção. Durante este período de tempo, à medida que os óvulos e os espermatozoides se desenvolvem e amadurecem, são especialmente vulneráveis a uma nutrição inadequada, a exposições ambientais e a fatores relacionados com o estilo de vida. Estes fatores não só reduzem as hipóteses de conceber, como também desempenha um papel na programação epigenética que afetará a saúde do seu bebé e, potencialmente, das gerações futuras.
É indispensável o planeamento pré-concecional, com alterações específicas na dieta e no estilo de vida nos 3 meses anteriores à conceção, uma vez que pode ajudar a melhorar a sua fertilidade, prevenir abortos espontâneos e complicações durante a gravidez.
Se sofre de infertilidade relacionada com a idade, abortos espontâneos recorrentes, tratamentos de fertilidade falhados ou infertilidade inexplicada, as recomendações específicas de nutrição e estilo de vida, podem ajudá-la a quebrar o ciclo doloroso da infertilidade e também a influenciar a saúde das gerações futuras!
Há muitos fatores na gravidez que estão fora do seu controlo (a sua genética, a sua idade, o seu historial familiar de doenças, só para citar algumas), mas os aspectos que estão sob o seu controlo - a sua alimentação, o exercício físico, os hábitos de sono, a forma como lida com o stresse, a sua exposição a toxinas, entre outros - podem ter efeitos consideráveis na sua gravidez e deixar uma marca permanente na saúde do seu bebé.
Chama-se "programação fetal", uma hipótese bem estudada e bem aceite na investigação científica, que afirma que uma nutrição inadequada durante a gravidez pode prejudicar o desenvolvimento do seu bebé e levar a alterações metabólicas ao longo da sua vida, com o aumento do risco de doenças cardíacas, diabetes, hipertensão arterial e obesidade.
No que diz respeito à sua experiência na gravidez, tem o poder de reduzir as suas probabilidades de desenvolver diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro, anemia e de ganhar muito ou pouco peso durante a gravidez, tudo isto através da forma como vive a sua vida.
O desenvolvimento e o nascimento de um ser humano é, sem dúvida, a tarefa mais "nutricionalmente dispendiosa" da vida de uma mulher. Há muita atenção na nutrição pré-natal, mas surpreendentemente pouca discussão sobre as necessidades nutricionais no pós-parto.
Os nutrientes são transferidos preferencialmente para o bebé durante a gravidez e continuam a um ritmo acelerado nas mães que amamentam. Mesmo nas mães que não amamentam são necessários nutrientes suficientes para:
Para as mulheres que planeiam ter filhos - especialmente se desejarem gravidezes muito espaçadas - a reposição das reservas de nutrientes é de importância vital para assegurar resultados óptimos na gravidez.
O leite materno é o alimento perfeito para os bebés, no entanto, mesmo com todos os seus benefícios bem documentados, um número crescente de estudos indica que o conteúdo nutricional do leite materno é afetado pela dieta da mãe e pelas reservas de nutrientes.
Por esse motivo, o meu objetivo é ajudar as mães e os seus bebés amamentados a otimizar a ingestão de nutrientes e a saúde a longo prazo.
A menopausa é a cessação completa dos seus ciclos menstruais, uma eventualidade natural que todas nós enfrentamos, geralmente por volta dos cinquenta anos. A perimenopausa é o período que antecede a menopausa. A falha de menstruações, especialmente quando acompanhada de afrontamentos, suores noturnos, insónias, baixo desejo sexual, secura vaginal, depressão, ansiedade e problemas de memória, pode ser um sinal de perimenopausa e deve-se a uma disfunção ovárica.
Se não tem quaisquer sintomas de perimenopausa e está a vivê-la numa altura adequada à sua idade ou se tem sintomas, ajudá-la-ei a navegar nesta transição para que possa abraçá-la como uma nova e espantosa fase da sua vida, com um poder que nunca conheceu e com uma nutrição e um estilo de vida adequados para tornar a viagem tão suave, saudável e até tão agradável quanto possível.
Se já está na menopausa, há um maior risco de doenças cardiometabólicas, osteoporose, perda de massa muscular, problemas geniturinárias e psicológicos. Venha conhecer as principais diretrizes de nutrição e de estilo de vida que podem prevenir e ajudar a reverter os problemas devidos à menopausa, como os associados ao estilo de vida.
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